Farinha do mesmo saco
Li este post na Jana. Que tinha um link pra este outro, também dela. Reli. Daí li mais este e este no ótimo Imprensa Marrom, do Gravataí Merengue. E li mais este no Reinaldão. Então, imediatamente me lembrei dessa música, que minha irmã vivia repetindo o refrão quando ainda ensaiava as primeiras palavras.
Fio da Navalha
(Guilherme Arantes)
No fio da navalha correm dois trens da central
No fio da navalha
Vive a fina flor da marginália
No fio da navalha
Também vive quem não tem rabo de palha
A vida por um fio
Linha imaginária
Entre o crime e a lei
A lei do mais forte
Ambição e paixão
Jogo do poder
Poder de barganha com a morte
Qualquer zona leste,
Norte , sul
Virou faroeste
Na boca do rio
Bafo de onça
Tempo quente, sangue frio
No gatilho da sorte
Apontado pro céu
A noite é um buraco
Bandido
Mocinho
É tudo farinha do mesmo saco.
(PS: A música é de 1984...)
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